Sementes andinas: por que você deve incluí-las no cardápio

As sementes fazem parte de uma refeição saudável e funcional. Entenda como o consumo de sementes andinas pode auxiliar na manutenção do peso ideal, prevenir doenças e preservar a saúde

Originárias das regiões dos andes, como Equador, Colômbia, Peru, Bolívia, México e Guatemala, as sementes andinas são fontes de proteínas e auxiliam na prevenção de várias doenças, como obesidade, diabetes, constipação intestinal e doenças inflamatórias. Ricas em fibras, ômega 3, cálcio, magnésio, zinco e muitos antioxidantes, elas ajudam na proteção ao organismo e são aliadas importantes para potencializar os resultados da prática de exercícios. As mais conhecidas sementes andinas são: chia, amaranto, quinoa, linhaça, gergelim e girassol.

Flavia Ohde, médica com especialização em nutrologia pela Associação Médica de Nutrologia e pela Associação Brasileira de Nutrologia, explica que as sementes andinas também contribuem para a perda de peso, por aumentarem a sensação de saciedade. “As sementes são ricas em fibras, que são importantes para o bom funcionamento do intestino, para diminuírem a fome e controlarem o colesterol e o diabetes. Também são fontes de ômega 3, que tem ação protetora do coração, dos vasos sanguíneos e cérebro”.

Como usar sementes andinas no dia a dia

As sementes andinas podem ser incluídas em iogurtes, frutas e saladas. Para isso, o ideal é misturá-las, criando um mix composto de linhaça (em farinha ou triturada), chia, quinoa e flocos de amaranto. Flávia Ohde acrescenta ainda que, quando trituradas para barrinhas de cereais, as sementes andinas não perdem as propriedades.

A médica exemplifica a seguir outras formas de incluir as sementes andinas em sua rotina: “A quinoa em grãos pode ser usada em substituição ao arroz. Já o mix de sementes pode ser usado em forma de barrinhas saudáveis. A farinha de linhaça pode ser usada em pães e bolos, enquanto os flocos de amaranto podem substituir a farinha para o preparo de panquecas e crepes”.

Para quem ainda não têm o hábito de ingerir sementes andinas, a médica recomenda começar escolhendo uma refeição por dia para adicioná-las, uma vez que as sementes são muito versáteis. “Em pouco tempo, certamente as sementes estarão sendo incluídas em mais refeições”, considera.

Já os praticantes de atividade física podem ingerir as sementes andinas antes ou depois da prática de exercícios. “As sementes são ótimas fontes de energia, podendo ser ingeridas antes da atividade física. Elas também são boas fontes de proteína e, portanto, também podem ser ingeridas após a atividade física, para auxiliar na recuperação muscular”, orienta.

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Sementes andinas: onde encontrar e qual a quantidade ideal

As sementes andinas são facilmente encontradas em feiras, mercados e casas de suplementos naturais. Ao comprar esses produtos, deve-se manter a atenção à aparência, consistência e procedência das sementes, para que se consuma produtos de qualidade e seguros para a saúde.

Mas mesmo sendo tão saudáveis e fundamentais, a indicação é consumir as sementes andinas em conjunto e sem excessos. “Em geral, as sementes andinas têm o mesmo tipo de efeito, por isso devem ser consumidas misturadas. Os benefícios são resultados da ação em conjunto. No entanto, quando consumidas em demasia, as sementes provocam, em alguns casos, diarreia ou constipação intestinal e reações alérgicas em pessoas propensas. O consumo médio diário deve ficar entre 25 a 50 gramas de um mix de sementes. Esta quantidade é suficiente para se obter os benefícios das sementes”, enfatiza a médica.

“É muito importante reforçar que as sementes fazem parte de um cardápio saudável e funcional e que é fundamental uma dieta equilibrada e atividade física regular para se manter o peso ideal, prevenir doenças e preservar a saúde”, finaliza Flávia Ohde.

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